APFN - 19 de AbrilAPFN - 3 anos por uma política
familiar de facto
No próximo dia 22 de Abril, faz três anos sobre a data da assinatura da
escritura de formação da APFN, por iniciativa de um pequeno grupo de
casais com três ou mais filhos, dispostos a lutar contra a desastrosa
política familiar praticada em Portugal nas últimas dezenas de anos, em
total oposição ao disposto na nossa Constituição.
É com grande alegria que celebramos este terceiro aniversário, ao ver
os resultados já obtidos.
Com efeito, esse pequeno grupo continua a crescer todos os dias, e
iremos ultrapassar, ainda este mês, os 1200 sócios, espalhados por todo o
território nacional. Por outro lado, um número crescente de empresas têm
vindo a aderir às nossas propostas, criando facilidades para sócios.
Finalmente, e ainda mais importante, o poder político começa a ser
sensível à justiça das nossas propostas, como mostra a crescente adesão de
Câmaras Municipais no sentido de apoiar os casais com filhos, contrariando
a política anti-natalista ainda bem dominante.
Neste momento, é importante reafirmar que a nossa associação chama-se
Associação Portuguesa "DE" Famílias Numerosas, e não "DAS", "PRÓ" ou
"PARA". De facto, o nosso objectivo não é defender os "NOSSOS" interesses,
qual clube, ou fazer com que hajam mais famílias numerosas. A APFN é "DE"
Famílias Numerosas, uma vez que é formada por famílias com três ou mais
filhos, com o objectivo de que Estado tire o pé de cima dos casais, para
que estes possam decidir, em liberdade, o número de filhos que desejam
ter, deixando de praticar a inconcebível política anti-família e
anti-natalidade que tem levado a cabo, mais a mais num país que envelhece
a olhos vistos, sendo 2,6 anos de idade média devido ao facto de, há 20
anos, nascerem 50.000 crianças a menos por ano.
Como celebração do 3. aniversário, a APFN vai promover conferências em
várias cidades portuguesas e em simultâneo, no próximo dia 15 de Maio, Dia
Internacional da Família, sobre diversos assuntos relacionados com o tema,
contribuindo de modo relevante para um debate nacional sobre "aquilo" que
universalmente até é reconhecido como "a célula base da sociedade",
conceito ainda ontem bem enfatizado pelo Ministro da Solidariedade e
Trabalho. O programa será, oportunamente, divulgado.
Nesta altura, é da mais elementar justiça agradecer a tantos quantos
têm aderido ao nosso projecto, independentemente de serem ou não sócios
(público anónimo, empresas, comunicação social e políticos), sem os quais
o nosso sucesso teria sido muito mais difícil.
A todos, muito obrigado, e a nossa promessa de "mais do mesmo", melhor
e com mais força, até atingirmos os nossos objectivos, por um Portugal
mais forte, solidário e feliz, por ser formado por famílias mais fortes,
solidárias e felizes.