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Plano + Família
APFN, Mensagem "Dia dos Namorados - 14.Fevereiro.2014" publicado a 14/02/2014

logotipo APFN

MENSAGEM

DIA DOS NAMORADOS

14.FEVEREIRO.2014

 

Este dia tão festejado pelos felizes Namorados (e pelos comerciantes tão necessitados de compradores com algum poder de compra) é também uma data que a APFN – Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, já se habituou a assinalar, enviando uma mensagem de felicidades e alguns recados.

Desta vez são quatro! Aqui vão eles:

1. De facto, Namorar sempre foi e deve continuar a ser para o casal - independentemente da já longa crise e de alguma necessidade de contenção de despesas! -um tempo maravilhoso de conhecimento mútuo, descoberta e construção de pontes e laços.

Um tempo que é etapa e que habitualmente, ou se consolida ou se desfaz.

Uma fase preliminar e indispensável a quem pensa casar, construir um projeto de vida familiar, e que sente interesse e atração por alguém de outro sexo, que lhe retribui por sua vez. Sempre houve Namoros que deram certo e Namoros que acabaram. As razões sempre muitas e variadas, mas a experiência de nos conhecermos mutuamente através de um Namoro bem vivido - que não se confunde com a vida de um casal casado ou em união de facto - sempre ajudou os casais a compreenderem melhor e na prática, que uma vida a dois requer muito amor, o que significa uma enorme dose de capacidade de compreensão, sacrifício e perdão, que não se confunde com atração e paixão, por mais fortes e intensas que possam ser, e que também não se aprendem no ruído da discoteca ou do bar, nem no escuro do cinema ou do carro...

2. Há também os que se imaginam sempre e ainda eternamente novos e partem para novas “paixões”, (porque, segundo afirmam, precisam de “recuperar o tempo perdido e têm direito a ser felizes!”) ensaiando novos “jogos de amor”, depois de tentativas várias, “usadas, gastas e deitadas ao lixo” e repetindo os mesmos erros que destruíram sonhos e promessas passadas, deixando um rasto de dor e feridas, quantas vezes não saradas, nas famílias abandonadas, sem qualquer sentido de responsabilidade. Que pena que teimem em “usar” as pessoas apenas enquanto objetos decorativos e de prazer.

3. Há ainda um terceiro grupo de casais - casados de facto - que em alguns casos, talvez se tenham deixado envelhecer precocemente, esfriando a comunicação e o romance, devorados talvez pela rotina, o cansaço da vida, as preocupações e circunstâncias, e cujo amor precisaria ainda do oxigénio de um renovado Namoro feito de delicadeza, redescoberta mútua e atenção recíproca. É possível e desejável, começar e recomeçar.

4. Num tempo caracterizado por estranhas e loucas polémicas em volta das leis relativas ao conceito natural de Família, por números demográficos assustadores, em que as mulheres cada vez mais tardiamente dão à luz o seu primeiro filho, tantas vezes o único e com extrema dificuldade, e em que Estados sem recursos ainda dão subsídios chamados “de maternidade” a quem quer abortar, facilitando novos e repetidos abortos, em vez de darem apoio à maternidade, a APFN, quer dizer aos “Namorados”, sem paternalismos, mas com um olhar de ternura que os anos permitem!, que aproveitem bem este tempo, com consciência e discernimento, e caso assim o decidam, que avancem sem medo para uma relação de maior compromisso e responsabilidade, através de um projeto familiar que desemboque num casamento feliz, fiel e para sempre. “Por favor, aprendam a ser felizes!”

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Lisboa, 14 de Fevereiro de 2014

Rua José Calheiros,15
1400-229 Lisboa

Tel: 217 552 603 - 919 877 902 - 917 219 197
Fax: 217 552 604