APEL nega aumentos acima da
inflação
Preços dos livros sobem 1%
d.r.
A Associação Portuguesa dos Editores e Livreiros (APEL)
negou, esta terça-feira, que os preços dos livros tenham
sofrido aumentos muito acima dos valores da inflação,
afirmando que a subida dos manuais escolares é de apenas um
por cento. A Associação de Famílias diz que
independentemente do valor dos aumentos, o preço dos livros
é escandaloso.
Em declarações à TSF, o presidente da APEL, António Baptista
Lopes, desmentiu a notícia avançada hoje pelo CM, que refere
que o preço dos livros estão mais caros 5 a 10 por cento do
que no ano passado, o que representa um aumento acima do
dobro da inflação (2,1 por cento).
Segundo aquele responsável, o preço dos manuais irá aumentar
apenas cerca de um por cento.
António Baptista Lopes disse ainda que em breve será
apresentado um estudo que desmente a versão da Associação de
Famílias sobre este assunto. Segundo aquele responsável, a
APEL dispõe de dados preliminares que apontam não num
aumento dos manuais escolares, mas sim na diminuição do seu
preço tendo em conta a inflação.
Em reacção a estas declarações, a Associação de Portuguesa
de Famílias Numerosas considerou que mesmo um aumento de um
por cento nos livros escolares anunciado pela APEL é muito.