Público - 5 de Dezembro

Escalas da Literacia em Leitura

Nos testes do PISA, os estudantes entraram em contacto com vários tipos de textos, a partir dos quais tinham de demonstrar três tipos de competências: a capacidade para extrair e recuperar determinada informação, para interpretar aquilo que liam e para reflectir e/ou avaliar sobre o conteúdo do texto. O que estava em causa era, exclusivamente, a capacidade de ler e gerir informação, pelo que erros ortográficos ou gramaticais nas respostas não foram considerados pelos avaliadores.

Nível 5 - estão neste nível os alunos que atingiram mais de 625 pontos nos testes do PISA. São capazes de realizar tarefas sofisticadas. Por exemplo: encontrar e gerir informação difícil de encontrar em textos que não lhes são familiares e avaliar de forma crítica essa informação.

Nível 4 - (entre 553 e 625 pontos). Estes alunos são capazes de realizar tarefas de leitura difíceis, localizar informação implícita ou construir significados a partir de subtilezas de linguagem.

Nível 3 - (entre 481 e 552 pontos). Neste nível, os alunos estão aptos a realizar tarefas com complexidade moderada. São capazes, por exemplo, de estabelecer relações entre diferentes partes de um texto e relacioná-lo com um conhecimento familiar e quotidiano.

Nível 2 - Os jovens (que obtiveram entre 408 e 480 pontos) são capazes de realizar tarefas básicas de leitura que envolvem a localização simples de informação num texto. Conseguem usar informação exterior a esse texto para compreendê-lo melhor.

Nível 1 - (entre 335 e 407 pontos). São capazes de realizar apenas tarefas de leitura simples, como a identificação do tema principal de um texto e a simples conexão com o conhecimento do quotidiano.

Menos de 1 - (menos de 335 pontos) Estes alunos não são capazes de realizar as tarefas mais básicas propostas pelo PISA. Isto não significa a ausência de competências de literacia: a maior parte destes alunos tecnicamente sabe ler e cerca de metade até consegue realizar um décimo das tarefas propostas pelo PISA. São alunos em risco, quer no que diz respeito à sua transição para o mercado de trabalho, quer quanto à capacidade de poderem vir a usufruir de outras aprendizagens ao longo da vida.

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