Manuais de educação sexual
PUBLICOU o
EXPRESSO uma reportagem sobre o teor dos manuais de educação
sexual dos nossos filhos elaborados pela APF e autorizados pelos
ministérios da Educação e da Saúde.
Apesar de pequena, foi elucidativa
quanto ao espírito que anima esta «educação sexual». Comentá-la?
Palavras para quê?
Saberão os pais e as mães deste
país que a Constituição lhes dá o direito de recusar esta
educação sexual aos seus filhos?
Vejamos o que se segue. Ou será que
os nossos sobreiros merecem mais respeito e protecção que os
nossos próprios filhos?
Margarida Pereira Ribeiro, Lisboa
Notícia incrível
FIQUEI impressionado com a
notícia sobre a educação sexual. É uma realidade incrível que a
maioria de nós desconhecia totalmente e que não compreendemos
como foi aprovada, implementada, tornada obrigatória, sem que as
pessoas fossem consultadas, ou (sequer) informadas.
Tal como muitas vezes tem
acontecido ao longo das últimas dezenas de anos, antes do 25 de
Abril (e mesmo quando Pinto Balsemão era primeiro-ministro), o
EXPRESSO mais uma vez cumpriu a sua missão de informar. Com
seriedade. Esforçando-se por manter a objectividade. Com
coragem.
Francisco Luís de
Vasconcelos, Parede
Lóbi festivo
(...) NOS seus programas de
educação sexual, a APF vai ao encontro das mais secretas
aspirações de quaisquer pais: ter um filho homossexual. É que,
ao apresentar a homossexualidade e a heterossexualidade como
questão de opção entre orientações com igual expectativa, se os
alunos resolverem seguir a lei das probabilidades, a sua
distribuição será «fifty-fifty», o que não deixa de ser
esperançoso para o incremento de tão giríssimo e festivo lóbi.
Pelo menos enquanto a clonagem não chegar ao hipermercado.
Manuel Brás, Lisboa