Diário do Minho.pt - 8 Mar 04

Mensagem da APFN

Ao celebrar-se mais um Dia da Mulher, a APFN (Associação Portuguesa de Famílias Numerosas) cumprimenta a Mulher portuguesa e toda a Mulher estrangeira residente no nosso território, qualquer que seja a sua idade, estado, cultura, ideologia ou estatuto social.

A APFN saúda em seguida:

— a mulher feminina, que gosta de o ser, que assume o seu sexo e condição sem raivas, queixas ou complexos, antes com orgulho e alegria;

— a mulher que se respeita e que sabe fazer-se respeitar pelo que vale e pelo que é, esteja onde estiver;

— a mulher que sabe como é valioso e indispensável o seu trabalho (familiar, manual, intelectual, profissional ou voluntário) para o equilíbrio social;

— a mulher que valoriza o dom de conceber e dar à luz, e que usa o seu gesto e palavra, a sua intuição, sensibilidade e ternura, a sua capacidade de dar e acolher, e a sua inteligência, generosidade, imaginação e vontade, para tornar a família e o mundo à sua volta mais luminoso e humano.

E quer começar exactamente pela mulher mais frágil e vulnerável — a adolescente e a mulher sem meios, ou sem família, que alguns partidos tanto dizem defender, ao propor a liberalização de métodos anti-conceptivos, abortivos e novas aulas de “educação sexual”: para ela e em nome dela, pedimos a quem nos governa a defesa do seu direito à educação integral, isto é, instrução e formação, acesso a uma profissão, salário, habitação e assistência condignas, sem que para sobreviver tenha de abortar ou se tenha de prostituir pelas ruas e estradas deste país.

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