O
primeiro-ministro espanhol
anunciou hoje a instituição
de um subsídio de
nascimento de 2500 Eur,
em linha do que tem vindo a
ser praticado na
esmagadora maioria dos
países europeus,
cada vez mais preocupados,
com razão, com a
reduzida taxa de natalidade.
Recorde-se
que, em Espanha, a taxa de
natalidade já é crescente,
mas, por estar longe dos
desejáveis 2.1 filhos por
casal, o governo viu-se na
necessidade de aumentar os
apoios às famílias com
filhos, conforme tem vindo a
ser insistentemente
lembrado pela Comissão
Europeia.
Por cá,
sucede precisamente
o contrário, apesar
de Portugal ser dos
raros países europeus com
taxa de natalidade
decrescente. Os
resultados de 2006, ainda
não divulgados pelo INE,
irão apresentar o resultado
do agravamento da
política anti-natalista por
parte deste governo
que, não satisfeito,
recentemente anunciou o
aumento das taxas
moderadoras para crianças
até aos 12 anos, e isenção
das mesmas taxas para as
mulheres que abortam!
Estando
agora Portugal a presidir à
Europa, a APFN apela ao
primeiro-ministro para
seguir o exemplo de
Espanha e, na
continuação da presidência
alemã, adoptar, em Portugal,
as medidas de apoio às
famílias com filhos que têm
vindo a ser adoptadas, com
sucesso, na esmagadora
maioria dos nossos parceiros
europeus.
3 de
Julho de 2007