Vítima de opções erradas e,
sobretudo, da desastrosa política anti-natalista e
anti-família que Portugal tem tido nas últimas
dezenas de anos, Lisboa é uma das capitais
mais envelhecidas da Europa, tendo
empurrado as jovens famílias para a periferia,
tornando a sua vida ainda mais difícil,
por, entre outros problemas, terem que perder várias
horas por dia (e dinheiro e paciência) nas suas
deslocações entre casa e trabalho.
Esta situação até tem feito encerrar
estabelecimentos de ensino bem equipados na cidade,
e forçado a construção de outros na periferia, com
custos bem evitáveis...
É
cada vez mais inadiável a adopção de uma
política de família a sério, em Lisboa, que
combata a sua desertificação e
envelhecimento e que, como é fácil de se
perceber, terá que passar por um forte apoio
às famílias com filhos, sobretudo com três ou mais,
porque são essas que farão aproximar a média para os
2.1 filhos por casal, necessária para a
renovação de gerações e travagem do envelhecimento.
A
APFN relembra as suas propostas lançadas em Julho de
2005 (http://www.apfn.com.pt/Noticias/Jul2005/apfn.htm),
algumas das quais têm vindo a ser seguidas por um
crescente número de municípios, acrescentando o seu
nome à lista de "Autarquias Amigas da Família".
Em
particular destaque, está a Câmara de Vila
Real como tem vindo a ser amplamente
noticiado, e cujo programa já em vigor pode ser
consultado em
http://www.cm-vilareal.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=73&Itemid=55.
A APFN desafia os vários candidatos à Câmara
de Lisboa a apresentarem as suas propostas
para enfrentarem o desafio do (re)povomento
e combate à desertificação e envelhecimento,
e manifesta a sua total disponibilidade para
colaborar activamente nesse programa.
20 de Maio de 2007