De acordo com o Boletim Mensal de
Estatística do INE de Março passado, em 2007 registaram-se apenas
102.213 nascimentos, a que corresponde um índice sintético de
natalidade de 1.32, isto é, novo mínimo absoluto.
Fazendo umas contas muito simples, isto quer dizer que, em 2007,
nasceram menos 60.443 bebés (cerca de 7 por hora) dos que
seriam necessários para os 2.1 filhos por mulher, número necessário
para a renovação das gerações e, curiosamente, o número que, em
média, os casais portugueses desejariam ter mas que só o
conseguem fora de Portugal.
O défice demográfico passa a ser o mostrado no gráfico abaixo.
Como é fácil de se ver, a realidade demonstra que a APFN tem tido
razão, ao denunciar a fortíssima política anti-natalista
praticada em Portugal nas últimas dezenas de anos e que se tem
agravado todos os anos.
A APFN espera que o Primeiro-Ministro preste a devida atenção a
estes resultados desastrosos e tome medidas a sério (as
que a APFN tem repetidamente defendido) em vez de simples medidas
avulso e contraditórias que, como se vê, apenas serviram para
tempo de antena.
22 de Abril de 2008
APFN - Associação Portuguesa de Famílias
Numerosas
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