Esta autarquia vem-se juntar a muitas outras (Aveiro,
Câmara de Lobos, Cantanhede, Castro Verde, Coimbra, Condeixa-a-Nova,
Évora, Guarda, Horta, Lagos, Leiria, Mangualde, Mértola,
Miranda do Corvo, Mirandela, Odemira, Oeiras, Ponta Delgada,
Portalegre, Portimão, Póvoa de Lanhoso, Santarém, São João
da Madeira, Sintra, Torres Vedras, Vila Franca do Campo,
Vila Nova de Famalicão, Vila Real, Vila Viçosa, Fundão,
Porto e Vila Franca de Xira) que já perceberam como as
famílias numerosas continuam a ser prejudicadas, tendo
que pagar a água mais cara por m3.
A adopção destas medidas por todo o país e por
diferentes forças partidárias, mostra bem que esta é
uma questão de visão política e de verdadeira
preocupação com o crescente e cada vez mais rigoroso
Inverno Demográfico que atinge o país e que só é
possível combater com o reforço das condições de vida das
famílias e da sua estabilidade familiar.
A APFN espera que este exemplo seja, em breve, seguido pela
totalidade dos municípios, assim como a adopção de outras
medidas que tem defendido, como é o caso do Cartão
Municipal de Família Numerosa, já existente em Vila
Real, Coimbra e Tavira, uma vez que se trata de
contributos concretos e eficazes para o combate à cada vez
maior crise demográfica e instabilidade familiar.
A APFN espera, ainda, que o
Governo perceba
a mensagem, não só adoptando uma
política a sério
de apoio às famílias com filhos, tanto maior
quanto maior o seu número, como acabando de vez com a sua
cruzada dirigida
contra os filhos de pais casados, que faz com que
o discurso do
Governo neste domínio soe a falsete, sem
quaisquer resultados visíveis na
inversão
da queda da natalidade, porque
totalmente
desastrada.
22 de Agosto de 2008