
Instituído
o Dia
Internacional
da
Mulher,
independentemente
da nossa
opinião
sobre o
assunto,
ele
faz-nos
recordar
os
séculos
anteriores
em que a
mulher
não era
considerada
igual ao
homem
perante
a lei.
O
salário
igual
para
trabalho
igual, o
voto, e
a
generalização
de
direitos,
independentemente
de se
ser
homem ou
mulher,
foram
instituídos,
na sua
maioria,
no
século
XX, em
parte à
custa de
radicalismo
e de
luta
inflamada
de
feministas,
mas
também à
custa de
muitas
mulheres
que, sem
fazerem
grandes
alaridos,
conquistaram
um lugar
de
destaque
nos
meios em
que se
moveram.
Basta
lembrarmo-nos
das
primeiras
médicas,
economistas,
engenheiras,
que
apesar
de todas
as
dificuldades,
terminaram
os seus
cursos e
seguiram
carreiras
profissionais
em áreas
em que
as
mulheres,
se
desempenhavam
algumas
tarefas,
eram
sempre
menores.
Estas
mulheres
também
mostraram
que vale
a pena
lutar e
trabalhar
para
alcançar
um
objectivo,
e que
isso é
independente
de se
ser
homem ou
mulher.
Foi um
passo
muito
importante.
Mas
quando
falamos
de
direitos
iguais
para
homens e
mulheres,
falamos
de
mera
justiça.
Que
razão
havia
para a
mulher
não
votar?
Que
razão
havia
para,
fazendo
trabalho
igual,
recebesse
salário
inferior
ao
homem?
Por
isso, é
preciso
não
confundir
justiça,
com a
igualdade
entre
homens e
mulheres.
A
igualdade
é um
mito: a
mulher
não é,
nem
nunca
será,
igual ao
homem! E
ser
mulher é
tão
gratificante
como ser
homem!
A mulher
é
diferente
, porque
portadora
de uma
função
única e
insubstituível:
só ela
pode dar
vida e
deixar
que a
vida
nasça
dentro
de si.
Só ela
pode ser
Mãe.
E ser
Mãe, não
é
incompatível
com
trabalho
ou
outros
tipos de
direitos
e
exercício
de
cidadania.
Conhecemos
carreiras
brilhantes
em todas
as áreas
protagonizadas
por mães
de
família
(veja-se
o
exemplo
actual
de
Ursula
von der
Leyen,
ministra
para a
Família
no novo
governo
alemão,
mãe de
sete
filhos,
ou a
eurodeputada
Maria
Cassiotou
-
Panajiotopoulou,
mãe de 9
filhos e
Presidente
do
Intergrupo
da
Família
e
Protecção
da
Infância,
do
Parlamento
Europeu).
Mas se a
mulher
for
induzida
– como
hoje em
dia
tantas
vezes
tem sido
- em
desfavor
do seu
insubstituível
papel de
Mãe,
favorecendo
apenas o
papel de
trabalhadora
ou de
cidadã,
chegará
o dia em
que uma
mulher
grávida
será um
espécimen
raro.
A queda
dos
índices
demográficos
tem
vindo a
mostrar
quão
importante
é o
papel da
mulher,
como
Mãe,
numa
sociedade,
e até
que
ponto
ele é
desvalorizado.
Como a
APFN tem
vindo a
defender,
é o
momento
de lutar
contra
uma
cultura,
corrente
nos
nossos
dias,
que
desvia
muitas
vezes a
mulher
da
maternidade,
por
razões
económicas
e
políticas.
É
importante
continuar
a lutar
contra
todas as
leis
penalizadoras
da
Família,
sobretudo
da
família
numerosa.
A APFN
pretende
que a
Família
seja o
centro
das
principais
preocupações
políticas,
sociais
e
económicas.
Porque
ao
fazê-lo
está a
defender
implicitamente
a
mulher,
a
criança
e também
o homem
e a
própria
sobrevivência
da
sociedade,
em
geral.