
É com uma grande alegria
que a APFN
comunica que os
Municípios do
Funchal, Machico
e Santa Cruz,
todos pertencentes
à Região
Autónoma da
Madeira (RAM),
acabam de
aprovar a Tarifa
Familiar da Água,
na linha do que
a APFN tem vindo
a reclamar (http://www.apfn.com.pt/Cadernos/caderno
7a4.PDF).
As famílias com
três ou mais
filhos
deverão dirigir-se
aos SMAS respectivos
a fim de se
inscreverem no
novo tarifário
e, deste modo,
deixarem de
pagar a água
mais cara que as
famílias menos
numerosas.
Funchal,
Machico e Santa
Cruzvêm,
assim,
acrescentar o
seu nome às Autarquias
Amigas da
Família
que foram
sensíveis ao
defendido pela
APFN (por ordem
de adesão):
Sintra, Coimbra,
Lisboa, Porto,
Ribeira Grande,
Condeixa, Aveiro,
Portimão, Évora,
Vila Real, Ponta
Delgada, Viseu,
Câmara de Lobos,
Odemira,
Famalicão, Gaia,
Leiria, Torres
Vedras, Lagos,
Vila Nova da
Barquinha,
Oeiras, Amadora
e Santarém.
A APFN
espera que este
exemplo seja
seguido
pela
Assembleia da
República
e pelo
Governo central,
que continuam
indiferentes ao
gigantesco
défice
demográfico (para
além da
anunciada
inevitável e
consequente
alteração ao
regime das
reformas,
designadamente
idade mínima e
valor)
e a alimentarem
uma cada vez
mais acentuada
cultura
anti-natalista,
com o
Primeiro-Ministro
e o Ministério
da Saúde em
sublime
destaques, em
vez de uma
cada vez
mais necessária
cultura de
Família e Vida,
promotora de
estabilidade
conjugal
e de
natalidade.
Recorde-se que,
desde
1982,
Portugal tem
vindo a
apresentar um
crescente défice
de nascimentos,
actualmente de
mais de
50.000 por ano,
o que eleva este
défice a cerca
de
1.000.000
crianças e
jovens (http://www.apfn.com.pt/Cadernos/Caderno16/index.htm),
motivo pelo qual
têm vindo a ser
anunciadas
inevitáveis
alterações ao
sistema de
pensões de
reforma,
mas sem que,
inexplicavelmente,
sejam adoptadas
medidas
de apoio aos
casais com
filhos,
para que
possam ter os
filhos que
desejem sem
serem
penalizados por
isso, a
não ser que se
divorciem ou se
separem,
conforme
queixa já
apresentada ao
Provedor de
Justiça.
A APFN
apela ao Governo
e à Assembleia
da República que
acordem do seu
sono longo e
profundo
e adoptem, com
urgência,
medidas
à semelhança do
já adoptado,
com sucesso, há
vários anos
pela esmagadora
maioria dos
países europeus.
O facto de
estarmos
mergulhados num
cada vez mais
longo e
pronunciado
Inverno
demográfico
não pode
justificar
continuarem a
hibernar!
A APFN questiona-se
de que
está o
Primeiro-Ministro
à espera
para,
nomeadamente,
convocar uma
reunião
de autarcas para
generalizar a
todo o País
o que cada vez
mais Câmaras têm
vindo a fazer, e
de que a
Câmara de Vila
Real é a campeã
destacada!
Finalmente,
a APFN
apela a toda a
sociedade
portuguesa para
não ficar,
inutilmente,
à espera
das
indispensáveis e
inevitáveis
medidas do Poder
Central,
uma vez que
todos
podemos fazer
algo,
como é o caso
dos
Municípios
Amigos da
Família
acima enumerados
e das
mais de 700
empresas
que já dão
facilidades a
famílias
numerosas,
por saberem
que o problema
da insustentabilidade
da Segurança
Social e do País
só poderá ser
enfrentado com o
aumento do
número de
famílias
numerosas.
Como referido no
ano passado pela
Dra. Edite
Estrela, e que,
pelos vistos, já
se esqueceu, "Não
há crescimento
sem nascimentos"
(http://www.apfn.com.pt/Noticias/Fev2006/120206a.htm).
4 de Março de
2007