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EDITORIAL
Finalmente, nascemos!
Após vários meses de
gestação, é hoje o dia da escritura da APFN - Associação Portuguesa de Famílias
Numerosas!
Como qualquer bébé que nasce, também nós gritamos:
- Olá Portugal! Olá Mundo! Nasci! Contem comigo a partir de hoje!
Como pais deste novo bébé, tanta esperança e tanta responsabilidade que
recai sobre nós!
Como pais deste bébé, também estamos preparados para tanta desilusão (que
também virá), mas que temos a certeza de a ultrapassar com o entusiasmo
e responsabilidade que pusémos neste nascimento!
A todos os associados, uma palavra de agradecimento: bem hajam por acreditarem
neste projecto!
Há tanto para fazer...!
Por isso é que nos associámos.
Ainda há dias, um casal confidenciava que as famílias numerosas são vistas, em
Portugal, como "um caso curioso". Essas famílias são noticiadas nos órgãos
de informação como "coisas esquisitas", assim uma espécie de
"animais raros", ao mesmo tempo que, diariamente, somos
bombardeados por acções que tornam a nossa vida mais difícil. A
Associação existe para inverter este estado de coisas.
Há tanto para fazer...!
Então, arregacemos as mangas, e mãos à obra!
Para já, para nos mantermos informados, sai hoje o número 0 do nosso Boletim
Informativo. A sua publicação passará a ser regular logo que haja um corpo
redactorial.
Estamos tambem na Internet, em http://www.terravista.pt/ilhadomel/1715 , e o nosso
e-mail é apfn@geocities.com.
Em breve, iremos convocar a primeira Assembleia Geral, para eleição
dos Corpos Gerentes.
Porque muitos casais desta Associação são católicos, e conforme notícia alargada
neste boletim, famílias desta Associação encontrar-se-ão em Fátima, no dia 15 de Maio, Dia Mundial da Família.
Seguir-se-ão contactos com entidades governamentais e particulares para divulgação e
solicitação de apoios.
A nossa força vai residir no número de sócios. Todos somos
responsáveis por recrutar mais sócios. Como tal, divulga junto dos teus amigos e
convence-os a aderir.
Dá também a tua opinião e sugestão. E o que é
que podes fazer? Onde é que podes colaborar?
Demos as mãos e trabalhemos! Façamos que, por existirmos, a face do país mude. Portugal
só será um país feliz se as famílias forem felizes. E nós existimos
precisamente para isso. A partir de agora, somos totalmente responsáveis por
vivermos num país que não é totalmente feliz!
Ao trabalho!
Fernando Castro
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